
Hoje, 28 de junho de 2011, para além do Dia do Orgulho Gay, Galiza comemora o LXXV aniversário do Plebiscito do seu Estatuto de Autonomia de 1936.
Entende-se que os zumbis colonizados que nos governam nom comemorem a efeméride, mas que de Sei O Que Nos Figestes... (que, ao menos segundo di o Facebook, está hoje de aniversário também) nom a comemoremos como é devido nom se entende, nom.
O final de SOQNF está anunciado para o Outono deste ano (a de SOQNF, já o sabedes, é a crônica dumha morte anunciada). Será que já está todo dito e que nem conseguiremos chegar a essa data?
Está tutto, Está tutto, Está tutto amig@s?

Um filme estarrece-dor (click aquí para alargar)
"Ante os apocalípticos, reacciono»"
Anxo Lorenzo, integrado, en La Voz de Galicia
Os nossos incontáveis fãs conhezem bem que somos mais de ler a publicidade do Gadis que de lermos La Voz de Galicia. Sabem, também, que somos uns culturetas infernais. E sabem, por último, que o mal chamado secretario geral de Política Lingüística, a.k.a Anxo Lobezno, é umha das nossas debilidades.
Juntando estas premissas caemos na contracapa de La Voz (de Santi Rey, bebendo) desta segunda feira. Nela, Lobezno surpreende-nos situando-se como um Anxo salvador diante dos apocalípticos linguísticos e tambén definindo-se (o que o fai, se calhar, menos galego
) como -agárren-se-...
"Unha persoa de centro, socialdemócrata e galeguista; que cadaquén me poña onde queira"
Anxo Lorenzo, integrado, en La Voz de Galicia
Como dizemos, somos a hóstia de culturetas, e gente muito lida. Assim, concluímos que se Lobezno nom é apocaliptico, é integrado na definiçom de Umberto Eco. Para o barbado italiano, a categoria dos integrados...
"Incluem os místicos intelectuais, os conhecedores da realidade, que nom pertencem a umha definida religión ou organizaçom, mais consideram-se membros da humanidade, aprendem com os mesmos símbolos e som o princípio unificador."
Apocalípticos e integrados, de Umberto Eco
Logo, as nossas simpáticas opinióms sobre Lobezno seguem intactas. E punto.

A 'pinça' formada por Felipe González e o seu antigo ministro de Transportes, hoje acaudilhado no Sul, vem de tomar os quatro pontos provinciais da Galiza.
Os que antes eram ninhos de corrupçom, caciques e, -porque nom dizê-lo-, gorentosas paparotas, som hoje paços abertos ao povo.
Mentres, num pequeno ilhote do Atlântico, os quatro presidentes no exílio lembram as suas épocas de gloriosas:
Baltar: Noutros tempos eu asfaltava daqui a Ourense.
Louzán: Fazede-vos tránsfuga algum, por dar-lhe algo de 'chispa' a isto.
Diego Calvo: A mim nem tempo me deu a subvencionar!
Besteiro: Sempre os ficará a autonomía...
Som... os quatro presidentes de Deputaçom no exílio.
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