No passado 1º de Abril, há dous meses e meio atrás, podíamos ler no Xornal de Galícia a notícia de que, sob o bonito Yo me apunto a 'Reli', a Conferência Episcopal pequeno-imperial lançava umha campanha para animar o alunado a inscrever-se na matéria de Religiom Católica para o vindouro ano acadêmico 2011-2012.

Em 1º de Abril, Dia da Mentira, vam os burros onde nom devem ir e daquela nós nom quigemos ser tam burros de dar creto à notícia.
Mas ESO, aliás, ISSO que nós tínhamos tomado como umha das mentirinhas próprias do dia...
Por isso nós, laicos e laicistas, ateus e ateístas, apóstatas e apóstalos (apóstolos da Apostasia) como somos, agora que o ano acadêmico 2010-2011 está prestes a acabar, queremos lembrar-nos dumha campanha que, em sentido diametralmente oposto a esta de Rocco Siffredi Rouco i suoi fratelli, lançou no seu dia a tristemente desaparecida Via Anti-Colonial Activa (VA-CA): Matricular-te em Religiom? Ela nunca o faria!



Agora que os novos governos coloniais estám a fazer os seus discursos de investidura invocando a educaçom trilingüe (leia-se bilingüe espanhol-inglês) com pinguinhos de vernáculo mallorquín-menorquín-formenterense, valenciano-bienentendido ou gallegu, segundo a colónia em questom, ocorreu-me fazer umha contribuiçom desde a minha terra de acolhida mas na língua dos rancheiros do Texas. Repto aos governeitors Campos, Bauzà e Núñez-Feijóo a que na sua aposta para ampliar idiomas estrangeiros aos nativos a costa de aculturizá-los do seu próprio, passem o vídeo que vos apresento a seguir. A ver se daquela querem tanto o inglês como dim.
SPAIN'S SECRET CONFLICT from Jordi SF on Vimeo.
Una lliçó d'anglès... i d'història
Ara que els nous governs colonials estan fent els seus discursos d'investidura invocant l'educació trilingüe (llegeixi's bilingüe espanyol-anglès) amb gotetes de vernacle mallorquín-menorquín-formenterense, valenciano-bienentendido o gallegu, segons la colònia en qüestió, se m'ha acudit de fer una aportació des de la meva terra d'acollida però en la llengua dels ranxers de Texas. Repto als governeitors Camps, Bauzà i Núnez-Feijoo a que en la seva aposta per ampliar idiomes estrangers als nadius a costa d'aculturitzar-los del seu propi, passin el vídeo que us presento a continuació. A veure si aleshores volen tant l'anglès com diuen.
Estes dias está a ter muito sucesso nos Països a cançom Jenifer dum grupo de gente nova chamado de Els Catarres que ademais de apostarem por um modelo de distribuiçom de conteúdos nom dependente dos selos de gravaçom ao permitirem descarregar toda a sua música desde a sua página web têm publicado recentemente umha cançom mui divertida e até ridiculista. A sua referência aos tópicos do soberanismo catalam e ao "amor impossível" entre um raparigo comprometido com o país e umha "choni" de Castelldefels deu acadado o coraçom e os ouvidos de muita gente na Internete. Nom fai falha dizer que em Sei o que nos Figestes... gostamos imenso e rimos a esgalha com o tema -quem escreve estas linhas nom da parado de cantarolar o retrouso- e que incluímos para o vosso gozo:
Porem desde a primeira vez que escutamos a cançom assaltaram-nos duas sensaçons. A primeira delas foi que estaríamos encantados de ver algum dos muitos e excelentes grupos pop que figeram pop!¬spot no país nos últimos anos compor umha cançom sobre o duro que tem de ser para algum setores do soberanismo galego apresentar o campanheiro ou companheira "pouco consciente" em segundo que ambientes. Seria mui engraçado escutar o embaraço de levar jantar na romaria do 25 (seja a da Carvalheira de Sam Lourenço, for qualquer outra das organizadas polo independentismo) a moça da que um namorou saindo pola Corunha sem reparar até o dia seguinte em que era mais de Juan Flórez que El Pote. Ou os sentimentos contraditórios dalgumha militante quanto tem que apresentar o namorado que nom entende mui bem exatamente o que é que é isso dos Coentros Sociais.... convidamos ao artisteio para que trabalhe no conceito, nós também ceivamos as idéias para que germolem. Com todo também tinhamos outra impresom: que algo assim, algo sobre o choque de culturas na Galiza numha história de amor impossível já escutaramos nalgum momento. Demorou pouco tempo até que reparamos que Os Diplomáticos de Monte Alto já contaram o clash of civilizations entre um rapaz "de monte" e umha rapariga "urbanita" na sua magnífica "Esta noite hei dir alo", que também deixamos cá para desfrute de todos:
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